O ser humano é frágil às ausências.
Só percebe aquilo que lhe falta, aquilo que não se tem.
E o mundo gira em torno
Da busca incessante dos "tampões".
Preenchimento das lacunas, momentâneas ou não.
Aquilo que me preenche
É aquilo que me completa.
E quanto mais cheio me sinto,
Mais poderoso me transformo.
Minhas ausências são nesse momento ignoradas
E esqueço de tudo o que eu não sou.
Só enxergo o que os olhos desejam,
O que o ego clama.
E nada mais do que é essência
Faz sentido...
Meros mortais.
2 comentários:
Muito bem Manu...
fico contente com suas atualizações....
e nem vou fazer criticas... porque é sempre bom acessar seu blog...
continue assim....rsrs
Beijos
Júnior
está hiper inspirada!
yeah!
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