ajeito as fagulhas e faíscas
entre as nossas sedas
Para que eu morra, enfim
desfaço as ciladas e me ergo
entre os muros derruídos
Para que eu morra, enfim
acalento meus olhos
em novos horizontes
Para que eu morra, enfim
me desfaço das promessas
de num passado próximo
Faço isso somente
para que eu morra, enfim
e saia de dentro de ti
Para que prorrogues teu fim
e para que sobrevivas
também.
também.
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