Existe atualmente um número significativo de garotas de programa que publicam relatos de suas experiências sexuais. Não quero e nem vou fazer análises negativas, particularmente acho até que isso ajuda a impulsionar o mercado editorial a barganhar novos - mesmo que esporádicos - leitores. Se deixo de lado o olhar crítico em relação à qualidade de tais produções, me arrisco a dizer que também acho válida e positiva essa forma de expressão e de registro das representações sociais. Mas confesso que o que me dói (e que me dói mesmo, lá no fundo do meu ser) é essa mania feia que elas têm de se autointitularem psicólogas de seus clientes.
Fiquem sabendo, mocinhas: Freud se REVIRA no caixão neste momento!!
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