domingo, 11 de abril de 2010

Quilates

Os dias não passam
Solidão em setembro
A vida sem graça
Quem eu sou já nem lembro

O preço é detalhe
Um retalho, adereço
Se mereço? Quem sabe
Mas de ausências, adoeço

Os dias são longos
Os anos tão curtos
Vadias lacunas
Profanas, absurdo

A metade daquele
Era metade de mim
Que fazes pra ele?
Quilates! Perdi.

6 comentários:

William Wollinger Brenuvida disse...

1. Gostei da poesia;
2. Triste ela é...
3. Talvez... ausente
4. De alegrias tantas...
5. Mas, o brilho não tira
6. Da poetisa que és.
7. A vida é assim...
8. Assim, assim.

Anônimo disse...

Conheço o cachorro...

Unknown disse...

então...
e os que mordem (...)

Unknown disse...

Dos muitos momentos que a vida nos presenteia geram-se frutos, o que considero mais especial são os sentimentos, e algumas vezes alguns simbolos eternizam estes momentos, nos fazem lembrar e assim reviver certas emoções...

Pra mim essa foto é um deles... simbolo marcante e sentimentalmente intenso.

Daqueles que o tempo passa, mas nunca morre, porque foi real, foi verdade, foi o que tinha de ser, com quem tinha de ser...





O fotografo.

Anônimo disse...

Houve um dia em que pude estar contigo, mas não era permitido;
Houve tardes que comecei contigo e terminei em madrugadas, e não sabia o quanto era feliz;
Houve noites ao seu lado, ou lendo o que escrevia e até mesmo te vendo num hospital;
Tudo isso aconteceu quando amei.
Agora recuperar o perdido não faz sentido;
Agora sonhar com o passado é o que resta;
Agora as lembranças são apenas a única coisa que ficou de você em mim.
Tudo isso acontece enquanto amo.
Gostaria de ter outra oportunidade de amar, e desta vez seria diferente;
Gostaria que você me desse um oi todos os dias, mesmo por MSN, já que nossos torpedos silenciaram;
Gostaria de não usar o futuro do pretérito para conjugar o verbo gostar.
Tudo isso acontecerá quando conseguir te amar, não outra vez, mas sempre.

16 de maio de 2009

Anônimo disse...

well ;)

;*