domingo, 11 de outubro de 2009

Psicopatia: medo ou piedade?

A expressão “psicopata” virou muito popular, mesmo que em grande parte das vezes é usada de maneira errada. Na realidade, pouquíssimos transtornos são tão inexplorados quanto à personalidade psicopática.

O termo foi utilizado primeira vez em 1941 pelo médico psiquiatra americano Hervey M. Cleckley. O transtorno da psicopatia resume uma série de comportamentos e características de personalidade específicas. Encantadoras à primeira vista, esses indivíduos normalmente passam boa impressão e são considerados “normais” pelos que as conhecem superficialmente.

Porém, tendem a ser egocêntricos, narcisistas, desonestos e frios. Freqüentemente tomam posturas irresponsáveis sem nenhum motivo aparente, exceto pelo fato de sentirem prazer com o sofrimento alheio. Os psicopatas não sentem remorso. Em suas relações amorosas são insensíveis e não suportam compromisso. Sempre têm desculpas para seus descuidos, sempre colocando a culpa em outros. Dificilmente conseguem aprendem com os próprios erros ou conseguem controlar impulsos.

Infelizmente ainda existem muitos mitos a respeito da psicopatia, e ainda não o conseguimos desvendar em sua totalidade. O que podemos afirmar, de uma maneira ampla e positiva, é que ela nem sempre está associada à violência. E ao contrário do que se imagina, pode ser tratada.

Um comentário:

William Wollinger Brenuvida disse...

Manu... bom ter tratado o assunto, mesmo porque fica na ideia geral, no grande público as explicações transitórias da novela da Globo - pela boca da personagem e atuação de outra...

Acredito que todos os seres humanos são bons. Ninguém nasce mau, mas pode ser modelado para o mal. Alguns dirão que estou errado, em decorrência de problemas que podem estar relacionados a genética, e até mesmo ao espírito, mas eu penso que o meio é determinante...

Buenas... por aqui eu fico. Beijos guria, parabéns por nos manter acordados!